domingo, 10 de julho de 2011

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor! - por Jô Soares


Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.
Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Eventos da Geografia no Segundo Semestre - sites

Olá pessoal, segue alguns sites com eventos e chamadas para publicações de trabalhos na área do Geografia e do Ensino. Vamos organizar nossos artigos e publicar nossos trabalhos. A Geografia de Frutal deve ganhar novos horizontes...
Profa. Bethânia
[Em breve mais informações sobre tais eventos.... mas vocês podem acompanhar tb pelo site dos mesmos.
Estou providenciando o Facebook da Geo UEMG, Ok?!!! Bjin´s  Bê]

VII ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO DE GEOGRAFIA: FALA PROFESSOR
- UFJF - http://www.agb.org.br/index.php?secao=&ver=&id=&pagina=

XII Semana de Geografia da UNESP de Presidente Prudente/SP - http://www4.fct.unesp.br/semanas/geografia/index.html

II Semana de Geografia da UFTM - ainda um chamada no Facebook (http://www.facebook.com/connect/uiserver.php?app_id=122948351084648&next=http%3A%2F%2Fapps.facebook.com%2Fuyqxdwhonlsa%2F&display=page&cancel_url=http%3A%2F%2Fapps.facebook.com%2Fuyqxdwhonlsa%2F&locale=pt_PT&perms=email%2Cpublish_stream%2Cread_stream%2Cuser_photo_video_tags%2Cfriends_photo_video_tags%2Cuser_photos%2Cfriends_photos&return_session=1&session_version=3&fbconnect=0&canvas=1&legacy_return=1&method=permissions.request#!/event.php?eid=175390465813968)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Educação - Novas tecnologias.... seminário - Didática em Geografia

O Ensino de Geografia e as Novas Tecnologias: Ferramentas Didáticas e sua Contribuição na Relação Aluno-Professor (Sávio Miná de Lucena*) - publicado em 08/05/2010

Resumo

As principais questões que levaram ao desenvolvimento desta pesquisa relacionam-se a como a escola insere-se no atualmente chamado mundo globalizado. Baseado nesse prisma foi analisado o modo de ensino das instituições públicas de Fortaleza, mais especificamente a inserção das mesmas aos novos instrumentos técnicos em especial o microcomputador, que auxiliem a colocar em prática uma abordagem diferenciada do aprendizado.

Palavras-chave: educação, tecnologia, geografia.


Ante as necessidades educativas presente, considera-se a escola como um ambiente de mediação cultural onde promove-se o desenvolvimento afetivo e moral dos indivíduos através, essencialmente, da produção de significados por meio do trabalho de professores que provêm aos alunos meios de aquisição de conceitos e conhecimentos científicos intrínsecos à cultura escolar, além de estimular um crescente desenvolvimento das capacidades operativas e cognitivas, por serem elementos interligados à aprendizagem escolar. Em suma, os jovens encontram na escola um local para se aprender cultura e as diversificadas formas de compreender e transformar o mundo. Entretanto, para se concretizar tais objetivos torna-se necessário estimular a capacidade de raciocínio, julgamento e criticidade do indivíduo em questão com o intuito de se desenvolver as competências do pensar.
Supomos que, neste momento venha a ocorrer a dicotomia entre teoria e prática ao que cerne aos pressupostos de aprendizagem escolar, tendo em vista a dificuldade de conseguir atender/suprir as necessidades de uma geração de jovens contemporâneos a uma constante absorção de informações através das metodologias, por vezes ultrapassadas e arcaicas, utilizadas pelos docentes. Neste quadro cabe o questionamento de como escola insere-se no atualmente chamado “mundo globalizado” em que se encontra nossa sociedade, tendo em vista a formação do cidadão com um dos principais pressupostos a serem realizados no ambiente escolar?
Em uma época em que a informação ganha ares de maior importância, como sinônimo de distinção social, tal pressuposto supracitado acaba perdendo sua relevância, instaurando dessa forma uma crise na forma de ensino atualmente utilizada. A termos de analogia isso se explica pelo fato de o processo de formação do aluno como cidadão ciente de suas responsabilidades e direitos na sociedade requerer um “tempo de reflexão” (CARLOS, 2001), totalmente contrário ao veloz ritmo da informação que transforma rapidamente o novo em obsoleto. Essa seria a principal dificuldade a ser encarada pela escola inserida em uma sociedade que confunde formação com excesso de informação.
Além disso, as recentes discussões realizadas em todo o país, por professores de Geografia, vislumbraram uma urgente necessidade de apresentar e discutir os conhecimentos desta disciplina de forma mais dinâmica, mais interessante e também mais consciente de seu papel como formadora de cidadãos. Em geral, o debate manteve-se fundamentado na linha do sócio-construtivismo, isto é, tendo como norteador o pressuposto de que o professor deve promover a construção do conhecimento e da cultura considerando o que o aluno já traz para a sala de aula como primordial na mediação do conhecimento.
Indo de encontro aos pressupostos dos Temas Transversais (Ciências Naturais) dos Parâmetros Curriculares Nacionais, que indicam de forma evidente a necessidade do aprendizado de novas tecnologias, quando enfatiza que, conviver com produtos científicos e tecnológicos é hoje universal, e que a falta de informação científico e tecnológica pode comprometer a própria cidadania, haja vista ciência e tecnologia serem herança cultural, conhecimento e recriação da natureza (MEC, 1998b).
Baseado nesse prisma em que se encontra a escola como locus de mediação da educação, objetivamos analisar o modo de ensino das instituições públicas de Fortaleza, mais especificamente na inserção das mesmas aos novos instrumentos técnicos; em especial o microcomputador e a utilização de mapas, que auxiliem a colocar em prática uma abordagem diferenciada do aprendizado, em que o educando é o centro da aprendizagem, em que a autonomia da mesma seja continuamente estimulada e que vise a desenvolver habilidades cognitivas associadas às diferentes áreas do conhecimento; e suas diferentes formas de uso no ensino de Geografia, escolhendo para tal fim um estudo aprofundado da EEFM Renato Braga.
O ensino está vinculado com a atividade de ensinar. Até aqui não existe nenhuma novidade para ninguém. Porém o que pouca gente sabe sobre tal atividade é que atualmente a mesma está estereotipada como uma mera transmissão de conhecimentos retirados de um livro aos alunos. Memorização de fórmulas que, em geral, pouco tem utilidade para a vida prática do discente e a realização de exercícios também se inserem nesse estereótipo.
Esse é o ensino em sua forma tradicional, cujas características, além das supracitadas, vinculam-se a exagerada importância dada ao livro didático, haja vista não serem usados de forma adequada, e a participação do professor como elemento ativo em sala de aula, cabendo aos alunos receber passivamente o “conhecimento” transmitido pelo mesmo. Conhecemos as principais características do ensino tradicional nas palavras de Libanêo: “A atividade de ensinar é vista, comumente, como transmissão de matérias aos alunos, realização de exercícios repetitivos, memorização de definições e fórmulas.” (LIBÂNEO, 1990, p.78).
Além disso, acredito que a educação nos moldes tradicionais mostra-se, atualmente, insuficiente para o tipo de cidadão que demanda o mundo globalizado, excluindo os que normalmente atuam de forma autômota e repetitiva e privilegiando os indivíduos de caráter ambicioso e multifuncional.
O exercício da docência deveria se abster ao pressuposto de realizar atividades educativas onde ocorre uma mescla de objetivos, conteúdos, métodos e formas de se organizar o ensino com o objetivo de se obter uma assimilação ativa por parte dos educandos (LIBÂNEO, 1990). Para tanto uma relação intrínseca entre aluno – professor deve ocorrer.
O texto dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) funcionou como uma das fontes de inspiração para a proposição de um trabalho que pudesse contribuir para o ensino de Geografia através das novas tecnologias associadas dentro do programa de tal disciplina nas escolas. Torna-se necessário exemplificar tal idéia com algumas passagens dos PCNs: “(...) o ensino de geografia pode levar os alunos a compreenderem de forma mais ampla a realidade, possibilitando que nela interfiram de maneira mais consciente e propositiva” (MEC, 1999. p. 108).
Cabe à Geografia, bem como a outras áreas do conhecimento, a tarefa de facilitar e orientar o aluno no processo das descobertas e na aprendizagem do desenvolvimento da sociedade e das relações com o espaço físico para que, como cidadãos possam contribuir na organização de uma sociedade mais consciente. Fica claro o papel da Geografia como uma disciplina que permeia e acompanha as transformações da sociedade, seja do ponto de vista físico, social, cultural ou político.
Para apreender e explicar a realidade, sua complexidade e dinamismo, as pesquisas realizadas no campo da Geografia, com seus métodos e teorias, contam com instrumentos do meio técnico e científico, portanto, tal cátedra, que ainda é por muitos considerada uma disciplina enfadonha, tinha neste momento a obrigação de mudar tal estereótipo criado através da inclusão de novas tecnologias, sistematizadas de forma crítica, criativa e buscando uma interação com o intuito de confrontar os diversos saberes.
Como uma das primeiras conclusões deste estudo, destacamos ser o Computador e a Internet duas dimensões distintas, que podem ser utilizadas no processo ensino-aprendizagem tanto unidas como separadas. Porém, no ambiente escolar, elas são freqüentemente associadas como algo uno, e deslocadas de uma lógica mercadológica mais ampla. Originando uma verdadeira confusão conceitual a respeito da Ciência, Tecnologia, Informação e Conhecimento.
Identificamos assim duas utilizações do microcomputador na Escola Renato Braga: a dimensão técnica (evidenciada na habilidade desenvolvida para a navegação nos softwares no caso dos jogos, na produção de textos e nas técnicas de navegação pelas páginas virtuais da Internet), e uma dimensão informacional subutilizada, que seria neste caso as pesquisas realizadas nos endereços virtuais.
Acreditamos ser a dimensão informacional subutilizada pelo fato das pesquisas se restringirem à elaboração de trabalhos para nota. Sendo freqüente a prática de colagem de informações retiradas diretamente da Internet, o conhecido problema do Ctrl + c (copiar) e Ctrl + v (colar), sem nenhuma intervenção crítica do educando, tornando-se uma prática alienante, que não auxilia de forma alguma no processo de ensino-aprendizagem dos alunos.
È a falsa sensação de que um mundo de novas descobertas está ao acesso de todos, basta que para isso dominemos o uso do microcomputador. Na verdade a prática de pesquisar na Internet precisa ser avaliada com muito cuidado por aqueles que promovem o planejamento do ensino nas escolas (professores e gestores).
Em nenhum momento foram constatados relatos de aulas em que se priorizasse reflexão a respeito do que estava posto ali, no endereço virtual. Nem foram constatadas aulas sem as amarras avaliativas tradicionais (elaboração de trabalhos valendo nota).
Queremos externar com isso que é possível sim uma constante utilização do computador nas aulas de Geografia, mas com um caráter realmente de aula, onde haja espaço para o diálogo, o questionamento e a troca de conhecimentos com o outro.
Acreditamos que o uso do microcomputador possa suprir a carência dos trabalhos de campo em Geografia nas escolas. O acesso a Internet permite aos alunos um contato pelo menos visual, de um sem número de paisagens naturais e humanizadas espalhadas pelos diversos lugares do planeta. Permitindo ao educando uma reflexão/leitura das fotografias das paisagens, imagens de satélite, representações cartográficas, etc, sobretudo facilitando o ensino da Geografia Física.
Este contato virtual com diferentes lugares é de grande valia, visto a maioria dos alunos carentes terem poucas oportunidades de contato real com outros lugares fora da sua realidade.

Referência Bibliográfica
BETTENCOURT, T. (1997). A Internet como Motor da Construção de Novos Saberes. Atas do Encontro Comunicação, Novas Tecnologias e Aprendizagem (no prelo) Bragança: Escola Superior de Educação de Bragança, 22 a 23 de Maio.
CORRÊA, Roberto Lobato, 1995, Espaço: Um conceito-chave da Geografia. In: Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil pp. 15-47.
LDB - Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LEI No. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. D.O.U. de 23 de dezembro de 1996.
LIBANÊO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1990
MEC. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Geografia (5° a 8° série), SEF, Brasília, 1998a, 156 p.
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* Graduado em Geografia – Universidade Federal do Ceará

Como ser citado:

LUCENA, S. M. de. O Ensino de Geografia e as Novas Tecnologias: Ferramentas Didáticas e sua Contribuição na Relação Aluno-Professor. Partes. 2010. P@rtes.V.00 p.eletrônica. Maio 2010. Disponível em . Acesso em 02/06/2011 às 16:49.

Atenção!!! Aos alunos do 3º periódo esse é um exemplo de artigo para ser apresentado ao final da disciplina de Didática em Geografia. Com discussão teórica e fundamentação em torno de uma temática desenvolvida.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Livro para adultos não ensina erros

Uma frase retirada da obra Por uma vida melhor, cuja responsabilidade pedagógica é da Ação Educativa, vem gerando enorme repercussão na mídia. A obra é destinada à Educação de Jovens e Adultos, modalidade que, pela primeira vez neste ano, teve a oportunidade de receber livros do Programa Nacional do Livro Didático. Por meio dele, o Ministério da Educação promove a avaliação de dezenas de obras apresentadas por editoras, submete-as à avaliação de especialistas e depois oferece as aprovadas para que secretarias de educação e professores façam suas escolhas.
O trecho que gerou tantas polêmicas faz parte do capítulo “Escrever é diferente de falar”. No tópico denominado “concordância entre palavras”, os autores discutem a existência de variedades do português falado que admitem que substantivo e adjetivo não sejam flexionados para concordar com um artigo no plural. Na mesma página, os autores completam a explanação: “na norma culta, o verbo concorda, ao mesmo tempo, em número (singular – plural) e em pessoa (1ª –2ª – 3ª) com o ser envolvido na ação que ele indica”. Afirmam também: “a norma culta existe tanto na linguagem escrita como na oral, ou seja, quando escrevemos um bilhete a um amigo, podemos ser informais, porém, quando escrevemos um requerimento, por exemplo, devemos ser formais, utilizando a norma culta”.
Pode-se constatar, portanto, que os autores não estão se furtando a ensinar a norma culta, apenas indicam que existem outras variedades diferentes dessa. A abordagem é adequada, pois diversos especialistas em ensino de língua, assim como as orientações oficiais para a área, afirmam que tomar consciência da variante linguística que se usa e entender como a sociedade valoriza desigualmente as diferentes variantes pode ajudar na apropriação da norma culta. Uma escola democrática deve ensinar as regras gramaticais a todos os alunos sem menosprezar a cultura em que estão inseridos e sem destituir a língua que falam de sua gramática, ainda que esta não esteja codificada por escrito nem seja socialmente prestigiada. Defendemos a abordagem da obra por considerar que cabe à escola ensinar regras, mas sua função mais nobre é disseminar conhecimentos científicos e senso crítico, para que as pessoas possam saber por que e quando usá-las.
O debate público é fundamental para promover a qualidade e equidade na educação. É preciso, entretanto, tomar cuidado com a divulgação de matérias com intuitos políticos pouco educativos e afirmações desrespeitosas em relação aos educadores. A Ação Educativa está disposta a promover um debate qualificado que possa efetivamente resultar em democratização da educação e da cultura. Vale lembrar que polêmicas como essa ocupam a imprensa desde que o Modernismo brasileiro em 1922 incorporou a linguagem popular à literatura. Felizmente, desde então, o país mudou bastante. Muitas pessoas tem consciência de que não se deve discriminar ninguém pela forma como fala ou pelo lugar de onde veio. Tais mudanças são possíveis, sem dúvida, porque cada vez mais brasileiros podem ir à escola tanto para aprender regras como parar desenvolver o senso crítico.


Disponibilizado pelo Prof. Antônio Augusto Gomes Batista - No Grupos do PROFUEMG.






segunda-feira, 16 de maio de 2011

Inguinorança

SÃO PAULO - Não, leitor, o título acima não está errado, segundo os padrões educacionais agora adotados pelo mal chamado Ministério de Educação. Você deve ter visto que o MEC deu aval a um livro que se diz didático no qual se ensina que falar "os livro" pode.
Não pode, não, está errado, é ignorância, pura ignorância, má formação educacional, preguiça do educador em corrigir erros. Afinal, é muito mais difícil ensinar o certo do que aceitar o errado com o qual o aluno chega à escola.
Em tese, os professores são pagos -mal pagos, é verdade- para ensinar o certo. Mas, se aceitam o errado, como agora avaliza o MEC, o baixo salário está justificado. O professor perde a razão de reclamar porque não está cumprindo o seu papel, não está trabalhando direito e quem não trabalha direito não merece boa paga.
Os autores do crime linguístico aprovado pelo MEC usam um argumento delinquencial para dar licença para o assassinato da língua: dizem que quem usa "os livro" precisa ficar atento porque "corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Absurdo total. Não se trata de preconceito linguístico. Trata-se, pura e simplesmente, de respeitar normas que custaram anos de evolução para que as pessoas pudessem se comunicar de uma maneira que umas entendam perfeitamente as outras.
Os autores do livro criminoso poderiam usar outro exemplo: "Posso matar um desafeto? Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito jurídico".
Tal como matar alguém viola uma norma, matar o idioma viola outra. Condenar uma e outra violação está longe de ser preconceito. É um critério civilizatório.
Que professores prefiram a preguiça ao ensino, já é péssimo. Que o MEC os premie, é crime.

Recebido por e-mail pelo grupo do PROFUEMG.
Texto de Clovis Rossi Publicado em São Paulo, domingo, 15 de maio de 2011.